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Pixotope no Bom Dia Brasil: produção virtual e infraestrutura IP

por Gabriel Marroso

Antes, a produção virtual era uma possibilidade. Hoje, é uma necessidade. O desafio deixou de ser o de entender a tecnologia e passou a ser como implementar em cada produção. A necessidade é de um sistema confiável, de baixa latência, compatível com os avanços da indústria e isso tudo sem interromper o que já está no ar.


Um grande avanço do mercado broadcast foi a transição de infraestruturas baseadas em SDI (onde vídeo, áudio e dados trafegam por cabos dedicados) para fluxos em rede IP, com padrões como o SMPTE ST 2110. Nesse novo modelo, os sinais passam a circular pela rede, como em um sistema de dados, e são separados em diferentes streams, o que traz muito mais flexibilidade, melhor aproveitamento de recursos e escalabilidade muito mais simples. Essa mudança já vem sendo adotada por grandes emissoras ao redor do mundo e cria a base para workflows mais modernos, incluindo produção remota e integração com cloud.

 

A estreia do novo cenário do Bom Dia Brasil mostra esse avanço na prática: produção virtual operando com a Pixotope dentro de um fluxo baseado em SMPTE ST 2110. Esse tipo de projeto foi possível porque a Pixotope já está preparada para operar nativamente nesse novo modelo de produção. Com suporte a ST 2110 via placas de rede dedicadas (como a linha DSX LE da Matrox), é possível integrar a produção virtual diretamente à infraestrutura IP da emissora, trabalhando com múltiplos streams simultâneos, processamento acelerado por hardware e latência reduzida.

 

É nesse ponto que a conversa deixa de ser conceitual e passa a ser operacional. Se você está avaliando como trazer produção virtual para o seu ambiente de forma segura e consistente, vale a conversa. A Pixotope e a Tektrade já estão trabalhando exatamente nesse espaço, conectando tecnologia, workflow e operação ao vivo.